Trabalhos Literários do Autor

Aqui, alguns textos que compõem os meus três livros, prontos para publicação. Alguns, porque julguei conveniente selecionar aqueles que, a meu ver, estariam em consonância com o momento e, também, pela qualidade de inéditos, em livros, embora muitos publicados em fanzines, jornais, revistas e coletâneas.

(VIVER, NEM SEMPRE FAZ SENTIDO!)

(SUBMUNDO)

Dois livros em um único volume, satisfazendo a idéia de que, para se conhecer melhor o autor, é necessário que haja um conhecimento mais abrangente de sua produção, das rupturas e ligações que permearam o processo tanto de sua lavra quanto de sua vida à época dos títulos. Ademais, o segundo (Submundo) continua o primeiro (Viver, Nem Sempre Faz Sentido!), pelo menos no que diz respeito à raiz de toda produção poética manifestada nestes dois livros: a sublevação contra as convicções sociais e seus segmentos. Sugiro, contudo, que seja lido, inicialmente, textos do “Submundo”. A razão? Dirá o leitor!

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VIVER, NEM SEMPRE FAZ SENTIDO!

Escrito em 1998 – Teresina/PI

Apresentação

A respeito do primeiro livro – Viver, nem sempre faz sentido!

BREVES  PALAVRAS

Pediu-me o Renneé, com a gentileza que lhe marca o comportamento, opinasse sobre este livro – o início da materialização dos seus caminhos oníricos.

Como lhe tenho bastante estima e apreço, o atendo, embora deixando claro, de logo, que estas linhas não representarão uma análise – do ponto de vista do versejar, em si mesmo –, dessa sua primeira obra publicada, mas, apenas, o entendimento de um leitor, jejuno em matéria de harmonizar pensamentos, rimas e métrica.

Por isso, posso dizer, com base no que conheço, da sua inspiração, deve ele prosseguir nessa tarefa de levar às gentes o canto que lhe vai na alma, como o profundo senso de fraternidade a dominar as suas estrofes, nas quais encontro revérberos dos desejos de justiça, e de paz.

Por tudo isso, merece-me o aplauso, o estímulo e a solidariedade, que aqui lhe deixo.

João Maria Madeira Basto

Jornalista e Escritor. Autor de “Imagens Fugidias” e “Do Fundo da Noite”.

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PALAVRAS GENTIS

“O poema  Meu Canto é um grito de solidão; é o grito do poeta na luta para sobrevivência no mundo hostil”.

Luciene Freitas – Escritora recifense, autora de vários livros.

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“Poesias que mostram uma rebeldia incontrolável, talvez fruto de sua personalidade”.

Ary de V.L. Júnior – Poeta e Historiador teresinense.

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“Sua construção poética toca…sentimos o seu engasgo.”

Rosângela Carvalho – Escritora juiz-forense.

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“Seus poemas, para O Literário, representam alegria em publicá-los”.

Osael de Carvalho – Escritor carioca.

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O LIVRO (Prefácio)

Muitos escritores não publicam o primeiro livro, esperam pelo segundo. Alguns deles dizem que a primeira produção não se faz digna de publicação – concebem o fator evolução a partir da ausência do início, vez que, via de regra, o começo  apresenta alguns erros, contradições e outros entraves possíveis, e tudo isso lhes acabrunha. Por isso, o segundo pelo primeiro trabalho.

Creio, entretanto, não haver necessidade em omitir um princípio tão pleno de falhas, de ilusões, de fragmentação, de desejos e influências com as quais viverei até a morte. Evidente que as incoerências, quando, realmente, existentes, devem constituir solicitação de reflexão, reparo, relevância ao crescimento. Mas, a negação não permite a falha inicial, tal como deva ser. Daí minha asserção residir no fato de que se houver omissão do princípio, haverá, também, do passado. E o que são o presente e o futuro sem o pretérito senão inexistentes?

Tanto ser homem quanto ente falho, confesso o anseio de não publicar Viver, nem sempre faz sentido!, um lustro após escrevê-lo – escrevi-o, pois, em 1998 – ,por julgá-lo demasiado inocente, discorrendo, com excessivo amargor e pessimismo, acerca do que observei e senti.

Constatei, contudo, a exigência de não subtrair, de meu íntimo, minha verdade, ainda que se me dissesse: não constituirá problema, ninguém o conheceu antes… como poeta. Portanto, refaça-o, substitua-o!

A bem dizer, não quis ocultar tudo o mais que à época me dizia respeito, sobretudo minha rebeldia, aflorada nos porões de meus anseios represados por circunstâncias sociais, muitas das quais me envolveram involuntariamente. Mostrar-me-ei sem manto e desprovido de adornos, matéria-prima em processo de articulação entre as produções elegantes e estimadas, já terminadas, contempladas… Ademais, não há amarras que me prendam.

Porquanto conservo o conteúdo prefaciador do período  conclusivo do prólogo:

Há um desmesurado abismo entre o meu íntimo e o meu ser social. Nele, reside uma força que, para alguns, é identificada como razão, juízo, bom senso, etc. Para outros, porém, não há significação.

A meu ver, resume-se em âmago do discernimento, em neutralidade do real, irreal, concreto, abstrato, do falso e do verdadeiro, concisão do sentido (parece delírio).

Semelhante ao desvario aparente, acima citado, é o conjunto destes versos, de tais poesias que habitam o meu mundo de questionamentos e incertas conclusões.

Há quatro anos enveredei pelo campo poético. No início, sinceramente, cria que não seria nada além de passatempo. Dei-me conta, logo, da necessidade em expelir meus dissabores, contentamentos (embora raros em minha vida), assim por diante. Transferi tais agruras e supostas satisfações para o papel, crendo que as havia transformado em poesias.

Apreciador da filosofia de Camus, Nietzsche, Pascal, Krishnamurti, Kierkegaard, dentre outros, como da poesia de Poe, Dante, Baudelaire, Mário Faustino, sobretudo de Pessoa, faço – quando me é possível – de suas idéias realizações.

Saliento, com prazer inefável, a tamanha importância de dois expoentes da Literatura hodierna, para com o meu trabalho: Humberto Del Maestro e João Maria M. Basto – este, a quem devo muito.

A Arte aproxima, de fato, o homem à sua origem, seja retratando o positivo ou o negativo, essenciais à existência.

Eis, então, o que me faz prosseguir na vereda dos sonhadores, dos dementes solitários (dizem), nesse mundo em que, lamentavelmente, tudo, ou quase, gira como bem de consumo (retruco).

Com incalculável apreço, dedico Viver, nem sempre faz sentido! aos amigos e poetas Ary de V.L. Júnior, Sebá e, em especial, ao meu muito amigo, jornalista e escritor, João Maria M. Basto.

R.C.F

Parnaíba – 2002

__________

Versos*

O Bardo

Entre o silêncio e a imaginação fecunda,

Numa noite em que os astros rogam

Por claras almas, à beira da tumba,

O animal ser se entrega à elucubração…

Deixa-se levar pelo elemento algoz

De seu pensamento, que, por ser veloz,

Não lhe concede o prazer da compreensão,

Lançando-o na ribalta da imperfeição.

Não há embargo nenhum, nada superior,

Quando, ao refletir o objeto da sua abstração,

Decide explicitar o que chama de dor,

E o fim resultará numa bela conclusão…

Se tal objeto, porém, lhe negar a precisão,

E de tudo, por isso, se resumir em travo,

Lograr não conseguirá o fruto da sua intenção,

Tornando-se, de seu pérfido escrito, escravo.

País

Amo o meu país,

E respeito a sua diversidade.

Nada, contudo, ele me diz

– Só tristeza e fealdade.

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* Em virtude da indecisão de publicar este primeiro livro, perderam-se muitas poesias. Isto implica dizer, em suma, que uma parte apenas será conhecida.

Crudelíssimo Mundo

Esse acúmulo de erros que neguei,

Quisera eu, uma pessoa justa,

Armei meu circo como sei,

Que tem uma esperança, a qual não custa…

Meu passado, tenebroso, compassado,

Já não vem a estrangular,

Meu pensamento, entrelaçado,

Não vem mais a desmembrar.

Vivendo por meio de sinfonia,

Cintilante argumento sacramentado,

Crudelíssimo pensamento perpetuado…

Aqui, ali, concepção alicerçada em agonia,

Rastejando num mundo sombrio,

Ao longo de um temporal febril.

Peleja

Na peleja aqui, sozinho,

Sem querer saber do vizinho,

Leio um livro do Pessoa…

Minh ‘ alma é vibrante,

Tal qual um diamante,

Que, sem som, inda soa.

8.511.965 km2

Exaltai-vos, aqui se tem corjas de ladrões,

Corruptos camuflados, gays sem noções… loucos descamisados.

Nosso alcouce, vamos alçapremar,

Essa antimoral burguesia, de púnico e público território,

No podium mundial.

Viver  Ancípite

Um desejo de felicidade sinto,

Agora em mim, com prudência.

Vivo a felicidade sem fim. Minto,

Sofro igualmente minha ausência.

Minha ausência atroz, pertinaz,

Na acédia do meu existir pertuso,

O meu viver acantoado e eficaz

Leva-me a morte, cansado e confuso.

Com a impossibilidade de compreender

A tal chamada vida do meu viver,

Perfura-me parte a parte em vias,

E morro tão completamente todos os dias.

Ensina-me

Se há castigo maior,

Se houver inferno, porão,

Invente outro pior,

Sou indeciso cordão.

Se os suicidas, ateus,

Pagarão maior preço,

Pagaremos, então, a Deus,

Somos pecadores de berço.

Então, quem ficará? Ninguém?

Quem sabe? Sim, de suas caminhadas,

Não duvido, não nego. Mas, as palavras

Distorcidas pelos pecadores, amém.

Meu ser implora-lhe, sem poder,

Quando chegar minha hora – coube.

Que me ensine a morrer,

O que viver não soube…

Meu Canto

Meu louvor permanente,

Já não me é em vão.

Sinto-me, assim, certamente

–Obscura, negra solidão.

Com algas escuras,

Algas em prontidão,

Em mim, com misturas,

Levantam a parede do não…

A noite avança,

O véu negro murmura,

O pobre solitário balança,

Em meio a essa tortura.

No certo, também sou um,

Sou longe, aberto, indeciso,

Tenho meu canto, como anum,

Alma tenho – não preciso.

Não posso mais cantar,

Caí prisioneiro,

Não sendo o primeiro,

E o tempo negro

Suspenso no ar,

Fazendo na terra

Mais um passageiro…

Caminho tristonho,

Temporal, temporais,

Na vida já não sonho

Algo que traga mais.

Assim eu cresci,

Exilado no corte,

E sei que a sorte

Não me vem – nunca a vi…

(…)

…um livro sem histórias…

Tão furioso, solito e sombrio sou.

Que venha me assassinar, morte alheia…

Dar-lhe – ei as boas vindas.

Julgamento

Eu sou um seguidor do desconhecido,

Uma arte, uma sombra, um sertão,

Bem lúgubre, fechado e comedido,

Um louco rebelde, um raio na solidão…

Sonífera minha esperança, cansei.

Petrificada é minha vitória.

Minha vingança olhei,

Em papéis minha história…

No submundo sem paciência,

Nas atitudes sem moral,

Minha consciência, meu tribunal.

__________

SUBMUNDO

Escrito em 2002 – Parnaíba/PI

PREFÁCIO DE UM SUBMUNDO REAL

O empreendido esforço em registrar os versos que compõem “Submundo”, não revelará senão a atmosfera de minha realidade propriamente vivida, numa resultante de vida interior e social, disposta sem nenhum convencionalismo poético, obedecendo apenas, e naturalmente, à rima, em alguns poemas. Não pretendo, pois – e, talvez, no porvir, não tencionarei –, ficar à altura do manejo versátil de qualquer vate demasiado conhecido, nem da “evolução”, por mudança na forma e apetrechos derivados dalguma crítica que, porventura, surja.

Por isso, e por tantos outros fatores pertinentes, no meu andejo pelo poema, na relação dos termos com a minha expressão literária, desconheço a necessidade de esculpir, ao estilo grego, as palavras ordenadas em versos, de modo que isso, realmente, não suscita em mim algum sentimento inferior ou algo estereotipado negativamente.  A estética, no meu entendimento, consiste em percepção harmoniosa individual, e não em um padrão de beleza previamente estabelecido, tal qual tecem os Neoparnasianos, presos à tentativa de retorno ao Clássico, algemados à métrica, às estrofes regulares e rimas raras, a fim de se verem – eis uma opinião de minha particularidade – à imagem dos aedos, fazendo com que, havendo poucas exceções, haja uma contemplação não de uma poesia, mas de um vero cálculo matemático em si, representado por letras.

Guardadores de muitas agruras e escassas euforias, os meus poemas, simples que são, logo deixam à mostra o retrato dos elementos que urgem do íntimo, as alavancas das quais me serviram de fundamento, ecoando, posteriormente, sussurros dos ditos bardos universais, ainda que ligeiramente adormecidos e revestidos, porém, em minha linguagem (um reflexo natural daquilo que contribuiu, enormemente, para o desabrochar de uma produção tão singela quanto possa parecer).

Nesse interminável universo de conceitos e representações, creio no poema espontâneo, tornando-se-me importante recurso de expressão, sendo um misto de consciência e, portanto, eivado de objetividade, subjetividade e, finalmente, surpresa. Então, a propósito disso, estou ciente de que ele transmita a realidade de quem o produziu, tanto quanto viva à sua grafia e, sobretudo, livre a ser sentida, quão a meditação dum quadro e o fervilhar de emoções que ele ao observador dotado de sensibilidade proporciona.

Parnaíba, 2003.

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Versos

O BARDO  E  A  NOITE

A noite fria entrevejo, e, sem espírito versejador,

Com agudo sentimento, a furtar-me a alma-vate,

Renovando a áurea mística tento, sem que a ampulheta

Me esgote a persistência, soerguer o espírito…

Não vejo “corvos”, nem sequer “albatrozes”,

Mas, o pelejar sinto, com velhos anseios e novos,

De resquícios e vozes, em turva noite,

Deixando-me o peito abrasar…

Quão a falta de luz me envolve o espaço,

Lidando com tragos, fumos e fogo;

É denso, pois, o puro ar que tenta entrar,

Na ausência do tempo me foge o escopo…

Ciências despertam mistérios e artes,

Do leigo andante confundem o pensar,

Expandem a vigília de loucos e vates,

As vidas em guerras supunham cessar…

Em vestes que cobrem solitários atos,

Ofuscam a clareza que parte do mar,

Demônios e Deuses já ultrapassados,

Criminoso pulso duma ação vulgar…

O céu, agora, desfecha, em prantos,

Suas esfalfadas flechas, talvez vívidas,

Outrora, diriam gélidas, ou fugazes,

Sobre tetos que, ardentemente, o aguardam…

Do retorno poderá ser o passo,

Na cidade fantasma, então…

Ou ao pescoço restaria um laço,

Ou ventre infértil, sem ação…

Continua a marcha, é bem verdade…

E corpos envoltos se aglomeram,

Numa vertente fumegante e ilusória,

Em contexto no qual a disparidade

Ajunta-se ao real sentimento de vida…

E um sopro de desejo recria, sem o notar,

Algo que os sentidos percebem.

Vindouros tempos… ah!

Noite bem-vinda destes seria…

Não será…  porventura…

A mim, sem uma “tabacaria”,

A outra sonhadora criatura…

Vida… Vida que não sacia?

Fruto do desenrolar febril

Duma existência pela vontade legada,

Pelo erguimento dum sonho motivador?

Febo, também, por aqui dorme,

Tranquiliza sua grego-romana criação

No alvitrar dos bardos inclinados

À sua estenosa contemplação…

A Natureza, entrementes, perfeita a seu modo,

Descansa em mim seu impiedoso cansaço,

Ao terminar escrevendo em descompasso,

Enquanto o animal vil se me apresenta ser

O que lhe anima a consciência: o nada.

Vomite – eu lho diria –, e haverá alguém

A destinar-lhe tamanho apreço, por isso…

Cai noite amena, rogo-lhe, portanto,

Em minha diminuída suposição…

Cai, tal qual madura fruta que despenca…

E o seu consuma virá, senão

Tão logo deixada à mostra…

Um dedicado cigarro mais à noite,

Donzela velada,  torturante,

Cadavérica laureada, despojada,

No semblante deste bardo que a contempla…

Oh, noite prostituta,

Carnes roçadas, quantas foram?

Ventres perdidos, quantos?

Oh, noite babilônica…

Tão complexa quanto minha mente,

Percebo-a viril, vezes outras mortal,

Visão curadora – será minha fada quente?

Luz vulgar, atuante em meu sarau?

Mandar-me-á ao inflexivo e paradoxal

Arco que ora me fala o pobre espírito,

Numa feita de certa indecisão,

Não me remetendo ao Nada…

Por merecimento ou receio profundo,

Vez que, contudo, me eleva ao ser

Vulnerável e pregador de fantasmas,

Fatigados por advirem de meu ego,

Que, tristemente, se desfaz ao anoitecer…

Acasala-se ao meu ego, noite vil,

Substantivos fundidos em minha insônia,

Na saudosa fronte duma peleja errônea,

Incessante e provida de atavio,

Com o qual meu haver me fixa

À maneira de ser do poeta que sou,

Ocultando-me o abismo pelo qual

Renasço, noturnamente mal…

Irrompe o beijo da noite noutro tempo iluminada,

Cobre-me a alma o juramento feito às estrelas,

A cobrar-me realização da palavra sonhada,

Qual noite prescinde a escuridão…

Canso, e por fatiga compreendo minha vida,

Como os inferiores animais se determinam,

E, em diante, voam os “Astronautas do Espírito”,

Repousando em minha lembrança seus feitos.

Minha reminiscência e eu, eu e ela, logo,

Seres pequeninos, às vistas dos parasitas,

Sonhamos, em noite talvez vã…

Em nossas vielas, além do mais, há beduínos,

Igualmente, há velas que queimam em louca manhã…

E sinos que soam em desarmonia,

Quais doentios pássaros e grandes felinos,

Por dentro da noite em infind’agonia.

O PORTA-VOZ DA AGONIA

Há alguns anos, o meu pensamento,

Por verificação dum imenso trabalho,

Nutre a esperança de um leve tento,

Pelo qual escrevo, e muito pouco falho.

Dou-me, por inteiro, à face oculta,

Habitando em vis profundezas, isto é,

A amargura, com que o peito labuta,

Revela o talvez das certezas da fé.

E, à minha volta, observo, igualmente,

O todo que circunda o que é meu (?),

Fitando o delito, olhando-o fremente,

Discordando, por diferir de um sandeu.

Por entre os agouros que a fé produz,

As amarras oriundas dos seres profanos…

Teria eu vida melhor, oh! Homem de Luz,

Se me houvesse excluído do mundo de enganos.

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(NARRATIVAS TÍMIDAS)

Livro em prosa, reunindo contos, crônicas, artigos e máximas, muitas das quais publicadas em periódicos e fanzines. A escrita em prosa iniciou uma produção ininterrupta: muitos textos são produzidos periodicamente, em virtude, também, da contribuição significativa em mais de 15 sites. Há outros contos sendo concluídos, o que poderá significar uma inclusão neste trabalho ou, quiçá, redundar em outro livro.


NARRATIVAS TÍMIDAS

Escrito em 2005 – Parnaíba/PI

Acesse minha página literária: http://escritorpiauiense.wordpress.com/

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